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dc.contributor.authorVIDAL, Antônio Ricardo de Norões-
dc.date.accessioned2026-08-20T14:37:04Z-
dc.date.available2026-08-20T14:37:04Z-
dc.date.issued2026-08-
dc.identifier.citationVIDAL, Antônio Ricardo de Norões. Cesta Básica – Julho 2026. ETENE Macro. Fortaleza: BNB, ano 2, n. 95, ago. 2026.pt_BR
dc.identifier.uris1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2472-
dc.description.abstractCarne e leite devem continuar como variáveis críticas, influenciadas por custos de insumos, clima e exportações. Hortifrutis (tomate, arroz) tendem a manter volatilidade, podendo gerar alívio temporário, mas sem estabilidade garantida. Se a pressão sobre proteínas persistir, mesmo com quedas em outros produtos, não será suficiente para segurar a inflação da cesta. O cenário provável é de inflação moderada, mas com forte oscilação interna entre grupos de alimentos. As políticas de incentivo à produção agrícola e estabilidade no abastecimento serão determinantes para evitar que a cesta básica volte a subir acima da média nacional. O fator decisivo continua sendo a carne, se os preços seguirem pressionados. Mesmo com as quedas em hortifrútis, estes não serão suficientes para segurar a inflação. A volatilidade do tomate pode gerar oscilações mensais fortes, mas não muda o quadro estrutural. Para 2026, o mais provável é uma inflação moderada (entre 1% e 3%), com oscilações internas entre grupos de alimentos.pt_BR
dc.publisherBanco do Nordeste do Brasilpt_BR
dc.relation.ispartofseriesEtene Macro;n.95-
dc.subjectEconomiapt_BR
dc.subjectNordestept_BR
dc.subjectCesta Básicapt_BR
dc.titleAno 2, n. 95, ago. 2026 – Cesta Básicapt_BR
Aparece nas colecções:Etene Macro

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