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dc.contributor.authorVIDAL, Antônio Ricardo de Norões-
dc.date.accessioned2026-08-18T13:59:38Z-
dc.date.available2026-08-18T13:59:38Z-
dc.date.issued2026-08-
dc.identifier.citationVIDAL, Antônio Ricardo de Norões. IPCA DO NORDESTE – JULHO 2026. ETENE Macro. Fortaleza: BNB, ano 2, n. 92, ago. 2026.pt_BR
dc.identifier.uris1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2468-
dc.description.abstractO índice de difusão caiu fortemente, saindo de patamares próximos de 65%-67% para cerca de 50% em julho, enquanto a inflação acumulada em 12 meses permaneceu concentrada em quatro grupos: Alimentação e bebidas, Habitação, Transportes e Saúde e cuidados pessoais, responsáveis por aproximadamente 74,1% da inflação do Nordeste e 72,7% da inflação brasileira. No primeiro trimestre havia uma inflação mais disseminada, com maior espalhamento de reajustes. Em julho, o quadro parece mais próximo de uma inflação concentrada em componentes estruturalmente rígidos. A inflação brasileira parece estar caminhando para um processo de convergência, porém essa convergência tende a ser lenta porque a maior parte do índice está concentrada justamente em grupos pouco sensíveis à política monetária. O comportamento do IPCA em doze meses encerrados em julho de 2026, sugere uma mudança qualitativa no processo inflacionário. A expressiva redução do índice de difusão, observada desde março, indica perda de disseminação das pressões de preços e redução do risco de contaminação generalizada da cesta de consumo. Contudo, a inflação acumulada permanece concentrada em Alimentação e bebidas, Habitação, Transportes e Saúde e cuidados pessoais, grupos que respondem por cerca de três quartos da variação do índice tanto no Nordeste quanto no Brasil. Como apenas Alimentação e bebidas apresentam forte sensibilidade a fatores climáticos, cambiais e de oferta, os demais componentes permanecem fortemente influenciados por inércia inflacionária, reajustes regulatórios, massa salarial e custos de serviços. Nesse contexto, a política monetária atua principalmente por canais indiretos e com defasagens significativas, o que sugere um processo de convergência para a meta mais lento, gradual e dependente da continuidade da desinflação dos alimentos e da moderação dos preços de serviços ao longo dos próximos trimestres.pt_BR
dc.publisherBanco do Nordeste do Brasilpt_BR
dc.relation.ispartofseriesEtene Macro;n.92-
dc.subjectEconomiapt_BR
dc.subjectNordestept_BR
dc.subjectInflaçãopt_BR
dc.titleAno 2, n. 92, ago. 2026 (Inflação NE)pt_BR
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